Raul Diniz e a revolta que o MPLA não consegue controlar

O REGIME TREME! Raul Diniz desmonta o medo que ainda restava ao MPLA

🔥 O REGIME TREME! Raul Diniz desmonta o medo que ainda restava ao MPLA

Num texto que se espalhou como fogo pelas redes, do Facebook ao WhatsApp, o veterano político Raul Diniz rasga o véu do medo que ainda cobria o povo angolano. É uma análise ácida, sem rodeios, onde a coragem popular se cruza com a inteligência estratégica — e onde nem mesmo os bastidores da resistência escapam ao olhar crítico de quem já viu de tudo.

No Dibatadié TV, mergulhamos neste texto em blocos, destacando o que cada trecho tem de mais explosivo. Porque cada clique, cada leitura, vale muito para quem quer ver Angola acordar — sem censura e sem medo.



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🧩 BLOCO 1 — O dia em que o medo morreu

No sábado passado, algo que parecia impossível aconteceu: o povo pobre e oprimido mandou um recado brutal ao poder. Raul Diniz descreve sem hesitar: “O partido-Estado não é mais senhor e dono da alma dos angolanos.”

Não se trata apenas de contestar João Lourenço ou o MPLA; trata-se de rasgar a última coleira que prendia a esperança. Quando um povo faminto, que procura alimento em contentores, descobre que pode falar — e que sua voz treme as muralhas do poder — nasce uma força nova.

É disso que Diniz fala quando escreve: “Só não tem poder quem acredita que não tem.” E isso muda tudo. Porque, até aqui, o medo servia como cimento para sustentar um regime que já estava apodrecido internamente. Agora, esse cimento rachou.

A manifestação não foi só mais um protesto; foi a demonstração de que o povo já não aceita migalhas. Foi dizer, na cara do regime: “a nossa alma não está mais à venda.”

Raul Diniz recorda que essa força não nasceu dentro do círculo da governação, nem das elites que disputam palcos partidários. Ela nasceu fora dos limites, nos becos, nas ruas, nas panelas vazias. É essa a força que mais assusta quem manda.

Conclusão: Quando o medo morre, não há força policial, propaganda nem censura capaz de prender novamente a alma de um povo.


🧩 BLOCO 2 — Vaidades, slogans e sabotagem: quando a luta vira palco

Depois do grito libertador do povo, Raul Diniz não alivia e vira o espelho para a própria oposição. E o que ele mostra é incômodo: há mãos sujas dentro da própria manifestação.

Num parágrafo direto, ele revela que nem tudo o que vimos nas ruas era genuíno. Havia slogans que não serviam para unir, mas para dividir; havia vozes que não ecoavam a dor do povo, mas sim a vaidade de quem quer um minuto de fama. “Percebeu-se, claramente, que no teatro operacional da luta existiam várias agendas.”

Diniz denuncia sem hesitar que, ao mesmo tempo em que o regime manda cacetetes e gás lacrimogéneo, também infiltra as manifestações. A mão podre do regime está lá dentro, disfarçada, semeando confusão, sabotando a esperança.

O perigo maior é que isso não acontece apenas do lado de fora, mas também entre aqueles que dizem querer libertar o povo. Alguns líderes, partidos ou grupos tentam capturar a revolta legítima e transformá-la em palco. Transformam a coragem popular numa moeda para negociar cargos, projecção pessoal ou curtidas na internet.

Diniz lembra: não basta estar na rua para estar do lado certo. É preciso saber por que se grita — e para quem se grita. “Embora fosse legítima a presença da diversidade, a verdade é que certos slogans danificaram, sobremaneira, o interesse coletivo na luta contra o regime — totalmente apodrecido internamente e, sobretudo, que tarda em se reciclar.”

Conclusão: a luta verdadeira é pela libertação do povo, não pela vaidade de quem quer ser chamado de “líder”. Quando os slogans servem mais para dividir do que libertar, quem ganha é sempre o regime.


🧩 BLOCO 3 — Quando calar também é lutar: reinventar a resistência

Depois de denunciar a sabotagem interna e a infiltração do regime, Raul Diniz leva a análise a um nível que poucos ousam: questionar se gritar nas ruas continua a ser o único caminho.

“O regime pensa que tem tudo sob controlo, mas, na verdade, não tem.”

É uma frase que parece simples, mas é uma bomba: porque expõe a maior fragilidade do regime — a ilusão de que ainda manda na alma do povo. E expõe também a armadilha onde muitas vezes caímos: achar que só há resistência se houver multidão na rua e cartaz no ar.

Diniz provoca: e se a luta fosse mais estratégica, menos previsível? Ele fala de métodos de resistência “que podem não possuir grande visibilidade”, mas que podem causar “estragos portentosos” ao poder. É a luta silenciosa: boicotes, greves morais, manifestações simbólicas, recusar-se a participar da encenação de normalidade que o regime tanto precisa.

Essa ideia desmonta a narrativa de que só há coragem onde há risco físico imediato. Raul Diniz sugere que coragem maior pode ser resistir de maneira que o regime não espera — onde ele não sabe bater.

“Esse esforço ajudaria a evitar que grupos organizados — ou pessoas individuais — busquem desesperadamente algum protagonismo...”

Diniz não prega a rendição; prega a astúcia. Propõe reinventar a resistência para que ela não seja controlada nem por cacetetes, nem por vaidades internas. Porque, diz ele, há lutas que não precisam de palanque — e são essas que mais assustam quem manda.

Conclusão: gritar alto pode ser necessário, mas saber calar na hora certa também é uma forma poderosa de luta. E o regime teme mais aquilo que não consegue ver nem prever.


🧩 BLOCO 4 — Coragem não é só enfrentar balas: proteger o povo também é lutar

Raul Diniz faz aqui a curva mais surpreendente e talvez mais polémica: defende que a prioridade máxima deve ser evitar a dor e o sofrimento do povo.

“A vontade de se tentar, a todo custo, evitar a dor e o sofrimento dos manifestantes deve ser levada em conta com elevada prioridade.”

É uma provocação aos radicais de sofá que aplaudem vídeos de manifestantes feridos, mas não saem de casa. E é também um aviso sério aos que lideram a resistência: sangue derramado não garante vitória, pode apenas servir ao espetáculo do regime.

Diniz sugere algo que muitos chamariam de covardia: “A ideia de se manifestar ficando em casa seria, talvez, a melhor forma de luta.”

Mas não é desistir — é estratégia. É mostrar ao regime que o povo já sabe a sua força, e por isso escolhe como, quando e onde usá-la. Porque ficar em casa, em massa, organizado, pode paralisar um regime mais do que cem slogans na rua.

“Pois o regime já conhece a força do povo. O resto deve ficar para 2027.”

Conclusão: coragem verdadeira não é só enfrentar cacetetes — é saber quando recuar, proteger o povo e preparar o próximo passo. O regime teme mais um povo vivo e organizado do que mártires isolados.


🧩 BLOCO 5 — Das ruas à mesa: quando a luta precisa virar pacto

No final do texto, Raul Diniz faz um movimento que poucos têm coragem de fazer: chama a resistência para além do protesto e empurra-a para a arena mais difícil — a da negociação.

“Enquanto isso, que se comece a negociar com os sindicatos, associações e parceiros sociais, a fim de se buscar consensos e pragmatismos alternativos de luta.”

Diniz sabe que o poder real não nasce só na multidão emocionada, mas nas conversas difíceis, nas reuniões que duram horas, nas alianças entre quem nem sempre pensa igual — mas partilha o desejo de libertar o país.

É aqui que a coragem vira maturidade política. Porque quem quer apenas gritar, pode ganhar manchetes. Mas quem quer derrubar um regime, precisa de muito mais do que isso.

Negociar não é trair; é organizar. É transformar a revolta bruta do povo numa força articulada que ninguém consegue ignorar — nem mesmo as elites, nem mesmo o sistema internacional que hoje ainda finge não ver.

Raul termina com “Estamos juntos.” Não é slogan vazio; é recado: esta luta não é de um partido ou de um líder; é do povo inteiro — e só vence quem souber construir pontes, não apenas muros.

Conclusão: a vitória não será apenas nas ruas ou nas redes, mas também nas mesas onde se costuram consensos que o regime não pode mais sabotar. Porque o grito do povo já ecoa — agora falta transformá-lo em acordo nacional que dure mais do que o medo.


🎙 ENCERRAMENTO

No fim, Raul Diniz lembra: “Estamos juntos.” É mais do que frase: é um convite para não largar a luta — seja na rua, em casa ou na mesa de negociações.

E você, o que pensa deste recado sem censura? Comente, partilhe e siga o Dibatadié TV — porque cada clique vale mais do que parece!

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