OBAMA MENTIU? A BOMBA QUE PODE MUDAR TUDO

 Inteligência manipulada? Debate nos EUA reacende escândalo envolvendo Obama, Trump e agências federais 

Documentos reveladores e depoimentos inflamam debate sobre uso político da inteligência norte-americana

O programa “Big Week in Show”, exibido por uma rede conservadora norte-americana, lançou duras acusações que reacendem uma controvérsia que já dura quase uma década: teria o governo do ex-presidente Barack Obama manipulado informações da inteligência nacional para investigar ilegalmente Donald Trump, então candid
ato à presidência em 2016?

Durante o debate, os comentaristas Kevin Kork, Nicole Stattbyer, Tom Shaloo e a apresentadora Katie Patelich analisaram documentos e testemunhos que sugerem a existência de uma possível ação coordenada para envolver Trump com a Rússia. O caso, que ficou conhecido como “RussiaGate”, volta à tona agora com novos detalhes, potencialmente explosivos.

“Se isso for verdade, estamos diante do maior escândalo político da história americana. Muito maior que o Watergate”, afirmou Tom Shaloo, numa referência ao caso que derrubou o presidente Richard Nixon nos anos 1970.

Uma reunião decisiva em 2016

Nicole Stattbyer destacou a importância de se identificar “quem estava na sala” durante uma reunião do alto escalão da inteligência americana com o então presidente Obama, realizada em dezembro de 2016. Segundo ela, John Brennan (ex-diretor da CIA), Andrew McCabe (FBI) e outros nomes-chave teriam discutido estratégias para investigar Donald Trump a partir de informações não confirmadas — como o polêmico “dossiê Steele”.

“Se esse encontro aconteceu nos moldes que estão a ser revelados, temos de investigar essas pessoas. Isso não é apenas política — é abuso de poder institucional”, disse Kevin Kork.

Críticas ao Departamento de Justiça

Outro ponto central do debate foi a inação do Departamento de Justiça (DOJ), que até agora não teria aberto investigações contundentes sobre os envolvidos. Nicole afirmou que “se o DOJ ignorar essas denúncias, a confiança do público nas instituições vai desmoronar ainda mais”.

Kevin Kork foi mais incisivo: “Se Obama realmente ordenou uma inteligência manipulada, então ele deve responder por isso. Não importa quem ele seja — a lei tem de ser para todos.”

Próximos passos: documentos e pressão pública

Os analistas também preveem o surgimento de novos delatores e documentos nas próximas semanas. Para Nicole Stattbyer, “isso é só o começo”. Tom Shaloo advertiu, no entanto, que haverá “muita resistência dos grandes meios de comunicação e dos aliados políticos de Obama”.

O clima político nos Estados Unidos está cada vez mais polarizado, e o caso pode impactar diretamente as eleições de 2024, nas quais Donald Trump aparece novamente como pré-candidato republicano. Do outro lado, os democratas tentam conter o desgaste diante de uma possível responsabilização de figuras históricas da era Obama.


Dibatadié TV continuará a acompanhar os desdobramentos internacionais deste escândalo, cujos efeitos podem ultrapassar fronteiras e influenciar também a política externa dos Estados Unidos.


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