- Obter link
- X
- Outras aplicações
JHM
Dibatadié Tv
- Obter link
- X
- Outras aplicações
No mundo do desporto, há heróis que vencem troféus… e há heróis que vencem batalhas que poucos veem. Bryan Braman, antigo jogador da NFL e vencedor do Super Bowl, perdeu esta semana uma dura luta contra um tipo extremamente raro de cancro. Tinha apenas 38 anos.
Durante sete épocas na liga de futebol americano mais exigente do planeta, Braman deu tudo em campo — mas foi fora das quatro linhas que enfrentou o maior adversário da sua vida. Diagnosticado em fevereiro com uma doença agressiva, ele passou os últimos meses entre cirurgias, terapias experimentais e esperança.
"Bryan foi um verdadeiro guerreiro — dentro do campo e fora dele", disse o agente Sean Stellato.
"Partiu cedo demais, mas deixa um legado de coragem e resistência."
Uma Terapia Promissora… e uma Desilusão Dolorosa
O tratamento escolhido pelos médicos foi um dos mais avançados disponíveis: a chamada terapia de células T CAR, onde o sistema imunitário é reprogramado geneticamente para atacar o cancro. Inicialmente, parecia funcionar — os tumores chegaram a diminuir. Mas o alívio durou pouco. A doença respondeu com força redobrada, espalhando-se rapidamente pelos órgãos vitais.
Mesmo com novos ciclos de quimioterapia, Braman não
conseguiu recuperar. A última atualização na página de doações para o seu tratamento descrevia a situação como "crítica", mas cheia de fé. A página acabou por arrecadar quase 90 mil dólares em solidariedade, incluindo uma doação de 10 mil dólares do ex-companheiro JJ Watt.
Um Ícone das Equipas Especiais
Braman não era um nome mediático, mas quem acompanhava a NFL sabia: ele era o tipo de jogador que fazia a diferença onde poucos reparavam — nas chamadas equipas especiais.
Começou a carreira universitária em Idaho, passou por Long Beach e terminou em West Texas A&M. Nunca foi escolhido no draft, mas isso não o travou. Em 2011, assinou com os Houston Texans como agente livre e ali começou a construir uma reputação de bravura.
Em campo, Bryan era intenso — ao ponto de ter ficado famoso por fazer uma placagem sem capacete num jogo contra os Tennessee Titans. Em 2012, foi chamado ao Pro Bowl como suplente.
Mais tarde passou para os Philadelphia Eagles, onde viveu o auge da carreira: integrou a equipa que venceu o Super Bowl LII, derrotando os patriotas de New England.
Uma Partida Sentida
A morte de Braman comoveu muitos. JJ Watt, agora já fora dos relvados, prestou-lhe homenagem nas redes sociais com um simples mas comovente:
“Descansa em paz, irmão. Partiste demasiado cedo.”
O agente Stellato também não escondeu a dor. Publicou nos stories do Instagram uma camisola autografada por Braman com a frase:
“O meu coração está despedaçado. Amo-te, Bryan.”
Um Legado que Vai Muito Além do Desporto
Bryan Braman não será lembrado apenas pelos títulos ou pelas jogadas ousadas. Será lembrado como um exemplo de força, de humildade e de luta.
Aqui no Dibatadié, fazemos questão de homenagear não só os ídolos, mas os seres humanos por detrás deles. Que a história de Bryan sirva de inspiração — para os que enfrentam doenças silenciosas, para os que lutam longe dos holofotes, e para todos os “underdogs” que acreditam que vale a pena lutar.- Obter link
- X
- Outras aplicações
Comentários
Enviar um comentário